Carnaval 2015

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O Morro do Mato de Dentro ou Morro do Lampião está situado no sul da ilha, entre os bairros do Rio Tavares e Campeche e tem uma altura de 230 metros.


Sua vasta extensão, hoje é coberta por mata atlântica em fase de recomposição.

Há alguns anos grande parte do morro era usado para extração de madeira a ser usada como lenha e plantação de mandioca pelos proprietários da área, visando a produção da farinha e cumprindo uma tradição indígena e depois luso açoriana.

A proibição do uso do solo em Áreas de Preservação Permanente, enfatizando a área do Morro do lampião e das dunas, associada ao declínio da atividade agrícola, fez com que a partir da década de 1970 a vegetação nativa voltasse a se regenerar.

Do alto de seus 230 metros,sobre a Pedra do Urubu, tem-se uma visão de 360º da ilha de Santa Catarina.

A beleza do cenário é composta pela visão da Ilha do Campeche, Lagoinha, Lagoa do Peri, Lagoa da Conceição, Campo de Aviação, baía Norte com a ponte Hercílio Luz até o Morro Cambirela.

Sua riqueza de nascentes desce morro abaixo alimentando a Lagoinha, Lagoa da Chica, Aquífero do Campeche, Lagoa do Peri, etc. , o que faz com que o lençol freático do Campeche seja muito superficial.

A rica avifauna é composta de gaviões, papagaios, tucanos, alma de gato, sábias, canários, gralhas, picapaus, corruíras, tiés, joãos de barro, corujas, lagartos, cobras as mais variadas, lobos guará, tatus, gambás, macacos prego,

A partir de 1970, o Morro Mato de Dentro passou a ser conhecido como morro do Lampião. Antes disto, a comunidade de moradores nativos entendia que o lampião aceso era apenas um ponto

luminoso no breu (escuridão) situado no ponto mais alto do Morro e que atendia aos interesses do Campo de Pouso dos Franceses ou seja da Latecoere/Air France.

Isto perdurou por pouco tempo - mais ou menos 13 anos – pois conforme os comentários dos nossos antepassados, desde o primeiro pouso mais ou menos em 1925 ( cujo Piloto era Paul Vachet – acho que este é o nome - onde hoje se situa alguns equipamentos da Base Aérea de Florianópolis, quase ao final da Rua do Gramal) e que depois orientados por este mesmo Piloto foram adquiridos terrenos , a nordeste do local do primeiro pouso, onde se formalizou o aeródromo do Campeche ( onde hoje falamos que é terreno da União).

Portanto, o “lampião aceso” pouco significava para a Comunidade e não interferia em seu modo de atuar, apenas contribuía para a manutenção do caminho do carretão, pois era necessário estar sempre limpo para que o responsável pudesse diariamente subir até o local (pico) para renovar o azeite (combustível) e acendê-lo e os demais moradores para cuidar de suas plantações e em busca de lenha

 

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